No ultimo fim de semana, mais precisamente domingo passado,
estreiou mais um reality show na TV Globo com a pretensa finalidade de encontrar um novo
talento musical para encantar a tediosa cena musical brasileira.
Já tivemos inúmeras tentativas neste sentido, em varias
emissoras e podemos contar nos dedos da mão as apostas que deram certo e com
certeza sobraram dedos.
Então eis que nos vem a pergunta que não quer calar: Por que
continuar por este caminho? O que “The Voice Brasil” tem de diferente?
Bom como esta coluna é sobre musica, não cabe aqui tecer
criticas a cerca dos formatos destes programas, ainda bem, pois desde Raul Gil
que essa galera toma nosso tempo se utilizando dos sonhos alheios.
Mas voltando ao assunto que nos importa, já no primeiro dia o
programa global já nos deu motivo para ficarmos de alerta, gravem bem este nome
“Ellen Oléria”. A garota chegou com muita atitude, tirou a naftalina e toda a
poeira de um clássico de Jorge Ben Jor (Zumbi) com um orgulho, com uma felicidade que
chega emocionar aqueles que reconhecem suas origens negras estampadas em um
sorriso tão contagiante quanto seu carisma.
Corremos o risco que joias como essas se tornem uma nova
Vanessa Jackson (participante do programa Fama edição n° 1) que esbanjava
talento e logo após a perda da tutela da emissora caiu no ostracismo ao tentar
encaixar desesperadamente seu talento num formato comercial.
Bom, então vamos ficar de olho nestes programas que dizem que
vem ajudar, mas a experiência nos mostra que mais atrapalha.

Gostei da americana naturalizada brasileira. Cantou Adelle como gente grandíssima! Ellen foi massa também, mas acho que ficou atrás do primeiro e da que citei. =)
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