Esta semana foi postado, na página da Época
Negócios on-line, o vídeo de um motorista americano que, de maneira
inexplicável, bateu em outros carros sua
Lamborghini, que custa (pasmem!) a bagatela de U$$450.00 mil, é
brincadeira? Será que podemos exigir
da classe “A vip” que mensure
dinheiro da mesma forma que nós, reles mortais? Uma máquina dessa equivale
aproximadamente a : 22,5 mil sacos de cimento ou 9 toneladas de feijão ou 8 mil
arrobas de carne e não podendo faltar... 7,5 mil caixas de cerveja, que ninguém é
bobo!!! Imaginem então o que poderia ser
feito com o montante do carro mais caro do mundo, uma Bugatti Veyron Supersport , a belezinha vai
de 0/100km em 2,4 seg e vai sair no mercado valendo U$$ 2,600 milhões ,agora
faça suas contas. Então, o que você escolheria? Dureza, não é?
Mas, gente
boa, parafraseando o famoso reclame que dizia que a felicidade não tem preço,
tentaremos agora imaginar esta tal sensação da qual alguns poucos privilegiados
podem desfrutar, sim porque é só o que nos resta. Não se iludam, este é um
universo inacessível para a maioria e provavelmente morreremos sem saber o sabor
de tão deliciosa experiência. Dessa maneira como poderemos avaliar se o
montante pago? É ou não é descabido?
Vamos colocar a cachola pra funcionar, não
podemos nos perder no campo da divagação, somos nós que agregamos valor às
coisas e não o contrário, o valor é, claro, algo relativo e pessoal, o que não
nos impede de nos escandalizar com os excessos. É primordial que o homem tome
seu lugar nesse processo e estabeleça um preço que corresponda coerentemente ao
bem adquirido, e não se escravizar, ficando alheio ao mundo à sua volta e se
dispondo a tudo numa odisseia desesperada, a fim apenas da aquisição de um bem material.
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