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Para você que
realmente vai para o cinema assistir um filme, a dica de hoje é para “Os
Vingadores” (EUA, 2012) que tão logo estreou e já é tido por muitos como o
melhor filme de super heróis da década, arrebatando dezenas de milhares de fãs
por todo o globo e se tornando uma verdadeira obra de arte da Marvel Corp., detentora
da marca. O filme, nos seus 142 minutos, é pura ação e suspense recheados de
muita comédia, brilhantemente dirigida pelo já famoso Joss Whedon, criador de
séries de sucesso como Buffy – A Caça Vampiros e Firefly e, por muitos,
desacreditado para dirigir tal épico.
Em “Os Vingadores”, Whedon trabalha de forma mesurada, ao juntar tantos heróis e seus respectivos egos em um turbilhão de acontecimentos catastróficos sem perder o fio da meada.
O filme é uma continuação dos filmes individuais do Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América, e é, desde os seus primórdios, uma verdadeira obra de arte. Trata-se basicamente da aliança de Loki, meio irmão de Thor e vilão no filme do mesmo, com um povo alienígena e de grande poder cujo único objetivo é, inevitavelmente no segmento, destruir completamente a humanidade e submetê-la à escravidão.
No entanto, o filme é muito mais do que salvar a humanidade de super- vilões. Ele fala também da salvação dos próprios heróis de si mesmos e de seus vícios exacerbados. Dos conflitos de interesse de Tony Stark, ou Homem de Ferro, e seus egocêntricos bilhões de dólares, do Thor, semi-deus nórdico vindo diretamente de Asgard para socorrer a humanidade de seu meio-irmão maligno, e de Bruce Banner, o incrível Hulk, e seu conflito para controlar a fera que reside dentro si. Do símbolo americano Capitão América, além da tristeza de saber que todos que conheciam estão mortos, está a luta infindável para juntar egos tão distintos em um grupo tão seleto.
O Capitão é, dentre os demais heróis, o mais fraco fisicamente, mas compensa em qualidades de liderança e sacrifício. A cena em que ele aparta uma briga interna e conscientiza o grupo da sua responsabilidade para com o povo e as cenas de sacrifício pessoal por ele vividas são bons exemplos da força interior de um homem que é nada mais nada menos que o verdadeiro líder dos Vingadores. Ele os faz não desistir nunca, até mesmo diante da maior ameaça já enfrentada pela Terra. É, sem dúvida, o de maior caráter dentre os demais.
A experiência “Os Vingadores” é, acima de tudo, muita ação e risadas garantidas do começo ao fim, não perdendo em nenhum momento sequer, as qualidades que um épico de super- heróis dever ter que são os efeitos especiais bem trabalhados e uma história bem contada e distribuída, um erro catastroficamente percebido na franquia “Homem Aranha” (que foi refeito e tem estreia marcada para julho de 2012 com nova história e elenco), também dos estúdios Marvel. Não é o caso aqui. Com um enredo emocionante e cheio de reviravoltas Joss Whedon nos mostra que possui sim o talento necessário para conduzir o maior grupo de super- heróis da Marvel. Vale a pena conferir a birra do poderoso Thor com o incrível Hulk e as sacadas sempre magistrais de Robert Downey Jr. como o Homem de Ferro. Essas são, no mínimo, garantias de muita gargalhada do início ao fim.
Em “Os Vingadores”, Whedon trabalha de forma mesurada, ao juntar tantos heróis e seus respectivos egos em um turbilhão de acontecimentos catastróficos sem perder o fio da meada.
O filme é uma continuação dos filmes individuais do Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América, e é, desde os seus primórdios, uma verdadeira obra de arte. Trata-se basicamente da aliança de Loki, meio irmão de Thor e vilão no filme do mesmo, com um povo alienígena e de grande poder cujo único objetivo é, inevitavelmente no segmento, destruir completamente a humanidade e submetê-la à escravidão.
No entanto, o filme é muito mais do que salvar a humanidade de super- vilões. Ele fala também da salvação dos próprios heróis de si mesmos e de seus vícios exacerbados. Dos conflitos de interesse de Tony Stark, ou Homem de Ferro, e seus egocêntricos bilhões de dólares, do Thor, semi-deus nórdico vindo diretamente de Asgard para socorrer a humanidade de seu meio-irmão maligno, e de Bruce Banner, o incrível Hulk, e seu conflito para controlar a fera que reside dentro si. Do símbolo americano Capitão América, além da tristeza de saber que todos que conheciam estão mortos, está a luta infindável para juntar egos tão distintos em um grupo tão seleto.
O Capitão é, dentre os demais heróis, o mais fraco fisicamente, mas compensa em qualidades de liderança e sacrifício. A cena em que ele aparta uma briga interna e conscientiza o grupo da sua responsabilidade para com o povo e as cenas de sacrifício pessoal por ele vividas são bons exemplos da força interior de um homem que é nada mais nada menos que o verdadeiro líder dos Vingadores. Ele os faz não desistir nunca, até mesmo diante da maior ameaça já enfrentada pela Terra. É, sem dúvida, o de maior caráter dentre os demais.
A experiência “Os Vingadores” é, acima de tudo, muita ação e risadas garantidas do começo ao fim, não perdendo em nenhum momento sequer, as qualidades que um épico de super- heróis dever ter que são os efeitos especiais bem trabalhados e uma história bem contada e distribuída, um erro catastroficamente percebido na franquia “Homem Aranha” (que foi refeito e tem estreia marcada para julho de 2012 com nova história e elenco), também dos estúdios Marvel. Não é o caso aqui. Com um enredo emocionante e cheio de reviravoltas Joss Whedon nos mostra que possui sim o talento necessário para conduzir o maior grupo de super- heróis da Marvel. Vale a pena conferir a birra do poderoso Thor com o incrível Hulk e as sacadas sempre magistrais de Robert Downey Jr. como o Homem de Ferro. Essas são, no mínimo, garantias de muita gargalhada do início ao fim.

Esse filme eh realmente muito bom! e em 3D eh melhor ainda
ResponderExcluirAdorei o filme. Simplesmente incrível ;)
ResponderExcluirO próximo já esta em produção...hahaha...
ResponderExcluirE se preparem que o bicho vai pegar! (ainda mais) =)